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Reempossado, Aras nega “caneta para peleja política”

2 anos é o mandato de procurador geral da República

O procurador-geral da República, Augusto Aras (Foto: Pedro Ladeira/ Folhapress)

um discurso contundente em defesa do seu primeiro mandato, Augusto Aras tomou posse nesta quinta-feira, 23, para mais dois anos à frente da PGR (Procuradoria-Geral da República).

Em claro recado aos adversários de Jair Bolsonaro que exigem ação contra condutas do presidente da República, ele afirmou que “a caneta do procurador-geral da República não será instrumento de peleja política, menos ainda de perseguição”.

A cerimônia ocorreu no Palácio do Planalto e foi restrita a um número reduzido de convidados. Em quarentena após a viagem aos Estados Unidos e o diagnóstico de Covid do ministro Marcelo Queiroga (Saúde), Bolsonaro acompanhou a solenidade por videoconferência.

“O autocontrole coíbe eventual e indevida militância partidária ou eventualmente ideológica que, por ventura, prejudique a imparcialidade com que devemos atuar”, disse Aras, prometendo alargar “a avenida do equilíbrio, da imparcialidade e da independência”.

“Mosca azul”
O PGR, indicado ao cargo por Bolsonaro e fora da lista tríplice da categoria, disse que é preciso afastar a “mosca azul machadiana”, a pairar “sobre qualquer um que exerça parcela de autoridade e poder, sendo necessário o repelente, a prudente autocontenção institucional”.
(Folhapress)

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