Política

Filhos e companheiros são os que mais podem influenciar na hora do voto

Novas urnas eletrônicas, que devem ser usadas nas eleições (Foto: Abdias Pinheiro/ TSE)
Influências externas terão baixo peso na definição do voto para presidente, segundo a pesquisa Datafolha, mas a opinião de filhos e companheiros terá importância levemente superior para o eleitor, à frente de amigos, figuras das redes sociais, membros da imprensa e líderes religiosos.
Indagados sobre a participação de filhos na tomada de decisão, 22% dizem que eles exercerão muita influência na escolha -por outro lado, 62% dizem que não terão nenhuma influência e 13% consideram que eles contribuirão com um pouco de influência.
Outras taxas
Situação parecida ocorre em relação à opinião de esposa, marido ou namorado(a). Uma fatia também de 22% percebe neles muita influência sobre sua decisão na disputa pela Presidência da República; 59% descartam essa influência e 18% enxergam um pouco dela.

De modo geral, a ideia de que outros agentes terão papel preponderante no processo individual de voto é repelida por algo em torno de 60% dos entrevistados. A menor taxa de persuasão, conforme o levantamento, será a dos líderes de igrejas. A opinião dos entrevistados se divide assim: 13% (muita influência), 14% (um pouco) e 66% (nenhuma).

Há variações dentro de subgrupos da pesquisa. A ideia de que filhos terão muita influência é mais significativa entre homens (25%) do que entre mulheres (21%). A tendência se repete na questão sobre companheiros serem determinantes na escolha: 24% no gênero masculino e 20% no feminino.
As mulheres se disseram menos influenciáveis em relação aos seis segmentos apresentados, indicando menor disposição de darem ouvidos aos pitacos alheios neste momento.

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