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Estação chuva: saiba como evitar danos em casa durante o período

Problemas como infiltrações, goteiras, umidade e mofos nos cômodos estão entre as principais problemas que mais causam dores de cabeça aos moradores

Redação O Otimista
redacao@ootimista.com.br

Com a aproximação da quadra chuvosa no Ceará, acende o sinal de alerta sobre os cuidados que as pessoas, residentes em casas ou em apartamentos, devem ter para evitar inconvenientes que surgem nesse período. Segundo o presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Ceará (CAU-CE), Lucas Rozzoline, problemas como infiltrações, goteiras, umidade e mofos nos cômodos estão entre as principais ocorrências registradas quando há frequência de chuvas fortes.

Rozzoline explica que na maioria dos casos os problemas são provenientes da ausência ou falha do sistema de impermeabilização, podendo evoluir com o tempo para quadros críticos. “Infelizmente são problemas que acabam causando muitas dores de cabeça. Alguns parecem ser simples inicialmente, mas geram estragos na pintura, nas paredes, no piso, nos móveis, desplacamentos de revestimentos e até corrosão da ferragem interna do concreto. Em casos onde as paredes internas já estão muito manchadas pela infiltração, por exemplo, provavelmente só a limpeza e pintura superficial não irão resolver”, afirma.

O presidente do CAU orienta que o melhor caminho é a prevenção. Um deles é verificar periodicamente antes da quadra chuvosa como está a manutenção do telhado, se há telhas quebradas ou mal encaixadas, além de fazer a limpeza das calhas, ralos da laje e providenciar um bom sistema de drenagem da água da chuva.

Outra dica do arquiteto para prevenir problemas desses tipos é, ainda no projeto de construção da casa ou apartamento, contratar bons arquitetos para desenhar o projeto. “São eles que irão orientar sobre a importância de fazer o tratamento das paredes, forros e lajes com impermeabilizantes desde a fundação e buscarão um posicionamento da residência que proporcione um ambiente com boa iluminação natural e ventilação abundante. Dessa forma, evitar futuros transtornos e custos elevados de manutenção corretiva”, diz Lucas Rozzoline.

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