Opinião

Sertão Central está se tornando nova região de desenvolvimento econômico do Ceará – Roberto Moreira

Quixeramobim é sede do Hospital Regional (Foto: Ascom/ GE)

Uma boa safra de prefeitos faz muito bem aos municípios, a uma região. O Sertão Central do Ceará, pequeno torrão do semiárido, está se tornando exemplo de organização por possuir agentes públicos que utilizam a superação como bandeira para implantar projetos ousados de desenvolvimento econômico.

Com aval e apoio do governador Camilo Santana, o prefeito de Quixeramobim Cirilo Pimenta está criando o maior Polo de Confecção do estado. O projeto batizado de “Área Q”, tem como ponto de partida
a “Fábrica das Fábricas”, uma escola que está preparando mão de obra para o setor de confecção dentro de Quixeramobim. “Quixeramobim possui a maior economia entre Pacajus e Iguatu”, diz o prefeito Cirilo Pimenta, entusiasta e criador do Pólo de Confecção e do projeto “Área Q”.

Em Senador Pompeu, o prefeito Maurício Pinheiro está atuando em dois grandes projetos: bacia leiteira com a instalação de uma fábrica de laticínios de grande porte e o Polo Calçadista, um ambicioso plano que vai espalhar galpões para fabricar calçados em oito municípios do CODESSUL, o Consórcio dos municípios do Sertão Central Sul. Maurição está gastando sua energia tornando realidade essas plataformas de gestão de emprego, renda e riqueza.

No município de Banabuiú, também no Sertão Central, o prefeito Edinho Nobre desenvolveu um aplicativo que conquistou o Brasil. Os moradores da cidade, através de um aplicativo desenvolvido pela prefeitura, podem consultar preços, dialogar com vendedores e fazer compras.

Quando Euclides da Cunha, escreveu que o “sertanejo é, antes de tudo, um forte”, não exagerou. A vitória sobre as adversidades é a marca maior desses prefeitos que não param de exercitar as boas práticas para conseguir inverter as dificuldades de uma região pobre de solo, de água e de investimentos privados.

Maurício Pinheiro, Cirilo Pimenta e Edinho Nobre são gestores alinhados com os novos tempos, onde vencem os que cuidam
das pessoas, se preocupando não apenas com o bem estar, a saúde, a educação, a segurança, mas também com a infraestrutura e a economia.

Viver e construir a subsistência no semiárido foi uma conquista de grandes nordestinos que fizeram e executaram projetos, como
a construção de açudes para garantir abastecimento de água a população e manutenção de indústrias e empresas, criaram áreas de turismo é um comércio forte, além de um agronegócio baseado na força da não de obra é uma bacia leiteira que se tornou a maior do país. O Sertão Central além do forte sotaque cearense, está recebendo outros brasileiros como o gaúcho e o paulista. É a nova área econômica do Ceará.

CE é modelo fiscal

O governo do Ceará é o único do Nordeste que mantém salários em dia e investimentos em obras. Os dados são do Tribunal de Contas do Ceará e da Fundação Getúlio Vargas. Os demais estados nordestinos não pagam em dia e, ainda, não reajustam salários há 5 anos. Camilo tem o melhor crescimento do PIB e maior crescimento de receita em plena pandemia.

Cid no ataque

O senador Cid Gomes, líder do PDT, disparou contra o Governo Federal. Segundo o senador cearense, o Ministério da Educação cortou R$24 milhões da área de pesquisa. “Não vamos deixar o genocida destruir a educação”, atacou. Cid fez os cálculos e contabiliza redução nos investimentos da educação a partir da chegada de Bolsonaro ao poder.

Governo federal não se articula nos estados

O deputado federal capitão Wagner é um crítico do governo federal quando o assunto é unidade na divulgação dos investimentos nos estados. Para o parlamentar, essa falta de unidade na divulgação dos atos de transferência de recursos e entrega de obras afasta os parlamentares do apoio público ao bolsonarismo. “Um deputado faz um ato sozinho, sem que ninguém saiba e isso cria dificuldades”, diz Wagner.

Os novos rostos da política do Ceará

A campanha política de 2022 colocará no cenário da política do Ceará novos rostos com grande vocação política. Além de Janaína Farias e Dayana Bittencourt para a Câmara Federal, surge para Assembleia Lia Ferreira Gomes. São mulheres com eleição batida.

A habilidade de Ricardo Cavalcante

Presidente da entidade faz trabalho articulado (Foto: Divulgação)

Na pandemia, o único setor que não parou no Ceará foi o da indústria. O habilidoso presidente da FIEC, Ricardo Cavalcante conseguiu viabilizar todos os planos para conseguir manter a indústria produzindo. Recuperou respiradores, produziu o ELMO e distribui cestas básicas. Resultado: a indústria acelerou a economia do Ceará.

 

Deixe uma resposta

Compartilhe

VEJA OUTRAS NOTÍCIAS