Opinião

Ritmo e atemporalidade – Susana Clark Fiuza

Quarto por SCF

RITMO E ATEMPORALIDADE

Um projeto vivo, repleto de itens e texturas que ajudam a contar as histórias da moradora e com ampla utilização dos materiais: a combinação perfeita para um lar harmônico e repleto de autoexpressão em cada detalhe. Um quarto que exala elegância, mas não abre mão da ousadia e estilo. Presença marcante do tijolinho, que entra em perfeita sintonia com os tons sóbrios e escuros do ambiente.

PORTINARI PARA TODOS

O MIS Experience, em São Paulo, prepara a maior exposição já realizada no Brasil sobre um dos grandes ícones da arte nacional do Século XX: Candido Portinari. Com estreia prevista para junho de 2022, a mostra Portinari para Todos contará com recursos audiovisuais e sonoros, proporcionando uma experiência imersiva no universo do artista. A exposição também integra o calendário oficial de comemorações dos 100 anos da Semana de Arte Moderna de 1922.

SOFÁ ABAPO

Uma referência direta a Abaporu, uma das mais icônicas obras de Tarsila do Amaral, onde a artista modernista representa a ligação do homem com a terra. Um dos elementos mais chamativos na pintura é a inspiração que faz a ligação entre a obra e o sofá Abapo, da designer @robertabanqueri. Os braços laterais têm uma única linha que se dobra abaixo da estrutura, dando um desenho singular e provocativo à peça. Além de formas arredondadas desafiadoras, revestir a peça inteira traz personalidade com o efeito desejado e proposital das rugas para evidenciar a mobilidade do couro. Está disponível no acervo do grupo Galpão Design (@galpãodesign_).

ZAHA HADID

É difícil apontar qual é a obra de maior notoriedade feita por Zaha. Ela construiu prédios em dezenas de países, e todos os projetos têm alguma característica marcante que mereceria destaque. O que mais esteve sob os holofotes nos últimos tempos é o Centro Aquático de Londres, construído para as Olimpíadas de 2012. A inspiração para o desenho é a fluidez da própria água, tanto das piscinas quanto dos sete cursos d’água que passam pelo parque. E, claro, as curvas que Zaha adotou durante a maturidade da carreira. O centro ecoa as principais preocupações arquitetônicas de Zaha: a utilidade para as pessoas que o frequentam e a integração com a cidade.

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