Opinião

Medir forças não parece ser a métrica para salvar o Brasil do pior, do caos político econômico – Roberto Moreira

Auxílio emergencial, em sua segunda edição, será insuficiente (Foto: José Cruz/ Agência Brasil)

A população brasileira atravessa o seu pior momento desde o início dos tempos em que Cabral nos colocou no mapa mundo. Integrados ao planeta , respiramos um ar contaminado por um vírus assassino e ainda pouco estudado, que recebeu a denominação de Coronavírus, o Covid-19. Temos pouco conhecimento até mesmo para combatê-lo de forma medicamentosa, não se tem um diagnóstico concreto e um protocolo para curar infectados com alto grau de certeza. Nada assusta tanto quanto a contaminação viral da Covid-19.

Como poderíamos responder do ponto de vista sanitário para poupar vidas? Estamos batendo cabeça com o melancólico debate entre esquerda e direita, busca incessante de corruptos e um pesadelo na economia provocado pelo Coronavírus e suas várias faces, conhecidas como cepas. A alternativa seria e importante, o isolamento social que evita maior circulação do vírus e mortes nas calçadas e porta de hospitais é bombardeada pelos defensores da contaminação em manada e defendida pela área científica. Agora, acrescentaram ao nosso cardápio trágico a tese na qual a vacina não tem eficácia porque algumas pessoas morreram após receberem o imunizante. Tudo mentira, debate político para aumentar ainda mais o caos, o pesadelo da sociedade já tão machucada.

A investida para saber quem lucrou financeiramente com a Covid-19 é válida, mas não se pode largar o radar para manter o combate ao vírus escaldar vidas. Governadores e prefeitos se queixam do ministério da Saúde por “ter fechado os cofres para o combate a Covid-19”. O apoio da União , como socorro aos Estados e Municípios se faz necessário, é imperativo em tão grave momento que a nação atravessa, com sinais vitais de crescimento de casos, de desemprego e da fome, os diversos governos em suas instâncias não pode se ausentar, ou negar a devida assistência.

Para o cidadão comum a temporada de medidas de isolamento causou problemas nos negócios, empregos foram perdidos e o alargamento do foço social é latente, visto a olho nu, principalmente de trabalhadores autônomos, como ambulantes e prestadores de serviços. Agonia talvez seja a palavra da ordem dia, sem perder, claro, a esperança nos dirigentes públicos para que tenham juízo e nos empresários empresários de espera um esforço para manter postos de trabalho. Entre Cabral e Bolsonaro, foram mais de 500 anos, o Coronavírus pela sua força de pandemia, nos remeteu aos tempos primitivos das caravelas.

Disputa sagrada

O Vaticano abriu processo de canonização da irmã Clemência Oliveira, freira que cuidou de leprosos, tuberculosos e doentes de varíola e gripe espanhola no início do século passado até 1966, ano que morreu . Os milagres foram registramos em Baturité, mas a irmã nasceu em Redenção onde a comunidade reivindica os direitos sobre a futura Santa.

Isso é Caucaia

O prefeito de Caucaia, Vitor Valin , viabilizou um projeto ambicioso que irá resgatar uma importante faixa de praia turística do Ceará. O projeto já encaminhado ao ministério de infraestrutura prevê a construção para as praias do Pacheco e Icaraí, uma avenida ampla em toda Beira Mar. A região será revitalizada com construção de hotéis e pousadas.

Samuel Dias: Beira Mar entregue conforme decisão judicial

O secretário de Infraestrutura , Samuel Dias, esclareceu como ficará a nova beira mar. “O projeto foi decidido na justiça e será cumprido de acordo com a ação do Ministério Público” declarou. Só permanecerão as barracas novas, erguidas pela prefeitura. Todas estruturas fora do padrão serão retiradas. Na feirinha, serão 705 quiosques, 59 a mais que serão licitados.

A revolta de Camilo Santana

O governador do Ceará Camilo Santana não entende o ódio de pessoas contra medidas para salvar vidas na epidemia de Coronavírus. Revoltado contra fake news diariamente, ficou chocado com os oposicionistas contrários a vacina Sputinik. “A vacina tem mais de 91% de eficácia. Como ser contra?”, disparou.

Mauro Filho: receita do Estado vai cair

Secretário é professor de economia (Foto: Agência Assembleia)

O deputado Mauro Filho, secretário de Planejamento é um craque em arrecadação de impostos e gestão de gastos públicos. Para o deputado, a arrecadação do estado vai começar a cair até o meio do ano se não tivermos a Retomada. Mauro Filho defende urgente socorro aos estados e município e sombra as fontes.

 

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