Opinião

Lei Eleitoral para eleição presidencial terá regras incluindo uso de redes sociais – Roberto Moreira

Eleitor habituou-se a acompanhar o dia a dia da política na palma da mão (Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil)

As redes sociais e plataformas digitais se tornaram um problemão para a Justiça Eleitoral pela dificuldade de conseguir convencer o usuário a respeitar a lei eleitoral.

O grupo de trabalho da Câmara Federal, que estuda a reforma da legislação eleitoral, está realizando audiências públicas para discutir os temas Direito Eleitoral, democracia, redes sociais e plataformas digitais. Para construir a nova lei eleitoral, parlamentares estão convidando representantes do Google; do Facebook/Instagram; do WhatsApp; representante do Setor Jurídico do Twitter; diretor de Políticas Públicas do TikTok, OAB e representantes das universidades brasileiras.

Os deputados querem fazer uma reforma na Lei Eleitoral que contenha as campanhas e façam seguir a legislação e ponha fim as chamadas “Fake News” , um dos pontos cruciais para voltar a moralizar o processo eleitoral na sua etapa mais importante, a campanha dos candidatos.

A entrada dos aplicativos da internet no processo eleitoral mudou completamente o entendimento do eleitor. Grupos e mensagens nas redes sociais mostram a força das redes socais e confundem a opinião pública. Está difícil estabelecer conteúdos reais e mentirosos de tão sofisticadas as postagens.

O debate sobre a legislação para 2022 ganha em importância por envolver a sucessor de Bolsonaro, dos 27 governadores, dos senadores, deputados federais e estaduais. É a maior eleição do planeta por ser em apenas um dia de votação. O poder estará em disputa e o sucesso ou não das principais lideranças políticas do Brasil.

O Tribunal Superior Eleitoral já tempos tem cobrado do Congresso Nacional a legislação eleitoral com a introdução de artigos referentes ao uso das redes sociais(internet) nas campanhas eleitorais. Com a lei em mãos, a justiça poderá julgar os abusos e conter candidatos que se elegem usando a Fake News para conseguir o diploma de eleito. Foi assim de forma intensa nas duas últimas eleições. Na próxima semana será criada a Comissão que vai tratar da reforma eleitoral.

Camilo agiliza comida

O governador Camilo Santana tomou uma decisão prática é que pões fim a desconfianças políticas. Ao invés de licitar, comprar e depois distribuir cestas básicas, decidiu entregar um cartão de crédito aos 156 mil trabalhadores de áreas atingidas diretamente pela Covid 19. São bugueiros e ambulantes. Cada um vai ter crédito de R$ 200, em duas parcelas de R$ 100, para comprar alimentos.

Cabeto desafia oposição

O secretário de saúde, Dr. Cabeto, Sem citar nomes, pediu aos críticos um modelo ideal de proteção a idosos, pessoas com comorbidades liberando a população em rebanho, como pede o líder lojista, Freitas Cordeiro que há mais de um ano não sai de casa, mas defende a abertura total do comércio. Freitas Cordeiro é enquadrado como idoso e tem comorbidades. Não apareceu um do projeto.

O Brasil do atraso não consegue desatar o nó e sair do atoleiro

O obituário imposto pelo Coronavírus com mais de 4 mil mortos dia, nos levará a marca de 400 mil mortos até o final de abril se os números não caírem rapidamente. A imunização através da vacina é a única forma. Sem a vacina para todos, o isolamento social é a única alternativa para evitar a contaminação em massa que levaria a área da saúde ao colapso e teríamos mortos nas ruas, calçadas e porta de hospitais.

Unimed na política

O presidente da Unimed, Elias Leite, entrou na política. Todos os dias além do seu quase obituário nas redes sociais , usa jargões eleitorais. Coach, tirou do comercial do Leite Moça Nestlé (agência FCB Brasil) o velho “vai dar certo”. Elias Leite é talentoso tribuno.

Cid a Guedes: “quer privatizar a CEF”

Senador apresentou requerimento (Foto: Agência Senado)

O senador Cid Gomes subiu na tribuna do Senado de forma presencial e mostrou o requerimento onde pede explicações ao ministro Paulo Guedes (economia), sobre a transferência das operações do banco para bancos digitais. “Eles querem usar o Banco Digital para entregar ao setor privado o filé da CEF, sem discussão, na surdina. O Senado tem obrigação de fiscalizar e impedir o desmonte da Caixa, um patrimônio dos brasileiros”.

 

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