Economia

Tudo conspira a favor do mercado imobiliário

Uma série de boas notícias anima ainda mais investidores e consumidores finais

Flash Imobiliário
por Ricardo Bezerra
ricardobezerra@ootimista.com.br

As notícias “Copom decide manter juros básicos em 2% ao ano. Neste pequeno patamar desde agosto, a taxa Selic deverá permanecer assim até setembro de 2021, segundo analistas”; “Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pela FGV, subiu 3,7 pontos em outubro, atingindo 95,2 pontos. O número é o maior valor desde março de 2014, quando atingiu 96,3”; e “Financiamento imobiliário dispara 84% em outubro e bate recorde no Brasil”, são informações altamente positivas e que têm invadido o noticiário local e nacional a todo instante.
Tudo conspira a favor do investimento imobiliário, a começar pela baixíssima taxa de juros balizadora de nossa economia, a Selic. Mantida em apenas 2% ao ano, esta representa, pela primeira vez na história, uma situação real de juros negativos. Isso significa, em termos práticos, que o dinheiro parado no banco está perdendo para a inflação.
Com efeito, a tendência natural é a busca por novos tipos de investimentos mais rentáveis, como a bolsa de valores e os imóveis. Já afirmei, repetidas vezes nesta coluna, que esse fator é o maior responsável pelo grande aquecimento do setor imobiliário nos meses seguintes à quarentena forçada.
Além de aumentar a circulação da moeda, a baixa taxa de juros reverbera para o crédito, criando um círculo virtuoso e trazendo ainda mais recursos para a economia nacional. Por conseguinte, todos os setores (indústria e comércio) melhoram seus desempenhos.
E o melhor é que os especialistas preveem que essa tendência de baixa, neste mesmo patamar irrisório, se manterá estável até o final do próximo ano. Com relação ao mercado imobiliário, o volume de novos financiamentos bate recorde atrás de recorde, com taxas de juros consideradas também como uma das menores da história.
Hoje, em alguns casos, o valor da parcela dos empréstimos imobiliários equivalem a um simples aluguel. Em outras palavras, mesmo sem ter o dinheiro para comprar o imóvel, a pessoa recorre ao banco e o rendimento auferido com a locação é suficiente para quitar o financiamento contraído. No final, o imóvel pode sair muito barato ou até de graça. Você já parou para pensar nisso?
Tudo isso junto e misturado, forma aquela “tempestade perfeita”, proporcionando um impressionante índice de confiança no setor, o qual foi devidamente detectado pela Fundação Getulio Vargas. A realidade atual não dá margem a dúvidas de que o momento é muito favorável para o setor imobiliário, onde os consumidores devem aproveitar para realizar bons negócios.
A hora, repito, é de comprar imóveis!

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