Economia

Normatel expande atuação com nova loja

Décima unidade no Ceará, a nova loja tem inauguração prevista até julho. Expectativa é aumentar em 40% as vendas

Lucas Braga

economia@ootimista.com.br

Com os surpreendentes resultados de vendas de material de construção em 2020, a Normatel continuou investindo em expansão e agora prepara a mais nova loja da Grande Fortaleza, no Eusébio. A unidade deve ser inaugurada até julho, gerando dezenas de novos empregos. No ano passado, o Home Center do Cambeba, na avenida Washington Soares, abriu as portas pouco após o lockdown.

O crescimento da marca na Região Metropolitana pode continuar com possível nova loja em Maracanaú, a qual ainda está em fase de planejamento. A Normatel tem loja na Pajuçara. “Estamos trabalhando para melhorar as operações e atender o mercado. A loja do Eusébio é nosso foco deste ano, com a qualidade do atendimento, funcionários treinados, o melhor produto e o melhor serviço para o cliente final”, diz Cláudio Ary Brasil, diretor do Grupo Normatel.

O executivo lembra que mesmo com as iniciativas de atendimento por canais digitais, como atendimento via WhatsApp e entregas por drive-thru, as vendas durante o isolamento social rígido foram apenas 20% do que era previsto. Após o período “caótico e incerto” do lockdown, como frisa Cláudio, o mercado superaqueceu e levou a resultados surpreendentes.

A perspectiva da empresa para 2021 é crescer aproximadamente 10% e, com as novas lojas, aumentar as vendas em até 40%. No mercado há 44 anos, hoje mantém ainda unidades nos bairros Dionísio Torres, Aldeota, Monte Castelo, Parangaba, Edson Queiroz e na cidade de Juazeiro do Norte, além de loja conceito na avenida Antônio Sales. A unidade da Aldeota, localizada na avenida Santos Dumont, foi reinaugurada há um ano, com estrutura moderna e atrativa.

Inflação do setor

Os preços mais altos dos materiais de construção, puxados pelo consumo doméstico durante a pandemia fizeram a inflação do setor fechar 2020 no Ceará com variação acumulada de 10,93%, conforme divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O fim do auxílio emergencial, a manutenção do perfil de consumo, reação do mercado e retomada da oferta são pontos decisivos na baixa do custo dos insumos, de acordo com Cláudio Ary Brasil.

“Acreditamos que o primeiro semestre vai ser muito bom, contudo há dúvidas sobre o segundo semestre. Desde junho, a demanda tem sido maior que a oferta e a indústria teve dificuldades de atendê-la. Os preços continuam altos e ainda falta muito material. A normalização deve se dar a partir do segundo trimestre”, avalia.

Principalmente produtos como aço, tijolo, cimento e componentes elétricos tiveram disparada nos preços, por indisponibilidade de matérias-primas ou redução de força de trabalho nas fábricas. “Não acredito que os preços continuarão subindo, mas este primeiro trimestre deve continuar aquecido por ser período de conclusão de obras. Depois a demanda pode normalizar e, consequentemente, os preços, a depender também da quadra chuvosa”, conclui.

Normatel Engenharia

Atuando em todo o Brasil, a Normatel Engenharia compõe aproximadamente 45% do Grupo, responsável por grandes obras em portos, aeroportos, hospitais e ainda no setor de Óleo e Gás. Presta serviços para gigantes como Vale e Petrobras há pelo menos 25 anos.

Além da participação em obras, na parte hidráulica e elétrica, por exemplo, oferta serviços de manutenção, conservação, apoio administrativo e infraestrutura. Atua também na instalação e montagem de projetos de proteção, segurança predial e industrial, e adequação às normas brasileiras de segurança.

No mercado há 44 anos, a Normatel possui unidades nos bairros Dionísio Torres, Aldeota, Monte Castelo, Parangaba, Edson Queiroz e na cidade de Juazeiro do Norte, além de loja conceito na avenida Antônio Sales. A unidade da Aldeota, localizada na avenida Santos Dumont, foi reinaugurada há um ano.
Os preços mais altos dos materiais de construção, puxados pelo consumo doméstico durante a pandemia fizeram a inflação do setor fechar 2020 no Ceará com variação acumulada de 10,93%, conforme divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O fim do auxílio emergencial, a manutenção do perfil de consumo, reação do mercado e retomada da oferta são pontos decisivos na baixa do custo dos insumos, de acordo com Cláudio Ary Brasil.
“Acreditamos que o primeiro semestre vai ser muito bom, contudo há dúvidas sobre o segundo semestre. Desde junho, a demanda tem sido maior que a oferta e a indústria teve dificuldades de atendê-la. Os preços continuam altos e ainda falta muito material. A normalização deve se dar a partir do segundo trimestre”, avalia.

Deixe uma resposta

Compartilhe

VEJA OUTRAS NOTÍCIAS