Economia

Fiec inaugura novo Centro Internacional de Negócios

A solenidade de inauguração realizada ontem (24) abriu oficialmente as portas do CIN e reuniu os principais nomes da indústria, comércio e ciência cearenses

Foto: Iratuã Freitas

A nova estrutura do Centro Internacional de Negócios (CIN) agora é localizada no térreo da Fiec. O prédio, inaugurado na noite de ontem, leva o nome do primeiro vice-presidente da instituição, Carlos Prado.
A solenidade de inauguração abriu oficialmente as portas do CIN e reuniu os principais nomes da indústria, comércio e ciência cearenses. “Em minha trajetória, realizei trabalhos em todas as gestões. São 25 anos de vida do CIN e a Fiec é exemplo no sistema confederativo. Esse reconhecimento tem valor imenso”, agradeceu Carlos Prado.
De acordo com a gerente do CIN, Karina Frota, o local auxilia os empresários cearenses a ingressarem no mercado internacional e fortalece a cultura exportadora no Estado. “O Centro possui vasto portfólio de produtos e serviços, a fim de auxiliar as indústrias na expansão dos negócios. Em parceria com instituições públicas e privadas locais e internacionais, favorece o desenvolvimento econômico sustentável”.
Karina informa ainda que, mais moderna, a nova estrutura agora quer estar mais perto da indústria. “Concorrência, preço médio do produto, identificação de potenciais fornecedores, alíquotas e preferências tarifárias, acordos comerciais. Essas são algumas das informações estratégicas analisadas no CIN. Nosso objetivo principal é transformar informações em novos negócios para o Ceará”, frisa.
Eduardo Bezerra, um dos criadores do Centro Internacional de Negócios, também foi homenageado. A ‘Sala das Nações’ do CIN leva o nome dele. Eduardo de Castro Bezerra Neto ingressou na Fiec em 1995, como superintendente geral, e depois foi superintendente do CIN.
O presidente da Fiec, Ricardo Cavalcante, destaca que empresas de qualquer porte podem procurar os serviços do Centro. “É uma abertura de mente para o empresário voltada ao comércio exterior. Basta o empresário querer exportar. É um equipamento de primeira linha a nível nacional e internacional com o que há de melhor”, pontua, frisando a estrutura do CIN.

 

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