Colunista

Erivaldo Carvalho: Pré-candidato à Alece defende projeto de irrigação nos rios Salgado e Cariús

Denísio Pinheiro é filiado ao PSDB-CE / Divulgação

O pré-candidato a deputado estadual, Denísio Pinheiro (PSDB), defende para 2023 um projeto moderno de irrigação das áreas ribeirinhas dos rios Salgado e Cariús, beneficiados pela transposição das águas do Rio São Francisco, para impulsionar o desenvolvimento do Cariri e do Ceará. Em entrevista ao Programa Política, da TV Otimista, o tucano detalhou que a proposta será desenvolvida com o uso de energias renováveis e participação da Fatec-Cariri no desenvolvimento da tecnologia. O projeto foi apresentado por ele, nesta segunda-feira (4), durante encontro com professores da instituição, em Juazeiro do Norte.

O Ceará iniciou no primeiro governo Tasso Jereissati um programa de gerenciamento dos recursos hídricos no Ceará, até então marcado por secas traumáticas, e que hoje, com obras como o Castanhão e a integração das bacias hidrográficas, garantiu a oferta de água para os cearenses, inclusive para a Região Metropolitana de Fortaleza e Porto do Pecém, mesmo em épocas de estiagem. Segundo Denísio Pinheiro, a transposição veio fortalecer ainda mais a segurança hídrica no Estado.

“É fundamental unir esse potencial hídrico ao trabalho realizado por instituições como a Fatec-Cariri, empreendedores e o poder público, para que possamos aproveitar nossas riquezas naturais, que além da produção no entorno desses rios, pode aproveitar a energia solar, propiciando novas oportunidades de investimentos, com geração de emprego e renda. Esse é o meu compromisso: trabalhar com uma agenda voltada para o nosso desenvolvimento, com estratégia, sensibilidade social e parcerias”, enfatizou o pré-candidato.

O Ceará e a transparência
O Estado do Ceará está na primeira metade da tabela – 10ª posição, entre as 27 Unidades da Federação –, no ranking da Transparência Internacional. Ao todo, são adotados 84 critérios, agrupados em oito áreas: marcos legais, plataformas, administração e governança, transparência financeira e orçamentária, transformação digital, comunicação, participação e dados abertos. Estamos abaixo de Pernambuco e acima da Paraíba. A classificação é liderada por Espírito Santo e Minas Gerais. Na lanterna aparecem Pará e Acre. Registre-se, como lembram os responsáveis pelo respeitado levantamento, quanto menor a transparência mais frágil é a relação de confiança entre governo e sociedade, o que aumenta o risco de corrupção.

O nome da coisa
E haja apelido para a Proposta de Emenda à Constituição 1/22, em tramitação na Câmara dos Deputados, prevendo Estado de Emergência, dentro do qual o Governo Federal pretende distribuir uma série de auxílios sociais. De olho no apelo popular, o Planalto chama de “PEC dos Benefícios”; a oposição, óbvio, tacha de “PEC Eleitoral”; já os fiscalistas a denominam
“PEC Kamikaze”.

Jogo de erros
À medida em que os cenários eleitorais – nacional e local – vão sendo montados, fica mais contundente a necessidade de comunicação política nesta imprevisível disputa eleitoral. Mesmo profissionalizadas, as campanhas e os candidatos terão desafios inéditos. A saber: terão mais chances de êxito não os personagens que falarem mais, e sim os que errarem menos.

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