Economia

Setor de serviços cresce 2,3% no Ceará em agosto e acumula avanço de 10,6% neste ano

Em relação a agosto do ano passado, o avanço foi de 24,3%. Já no acumulado deste ano, de janeiro a agosto, o aumento fechou em 10,6%. E, nos últimos 12 meses, a alta é de 2,5%

No Brasil, o volume de serviços subiu 0,5% frente no período (Foto: Divulgação)

O setor de serviços cresceu 2,3% no Ceará de julho para agosto, acima da média nacional, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o sétimo mês seguido de resultado positivo.

Em relação a agosto do ano passado, o avanço foi de 24,3%. Já no acumulado deste ano, de janeiro a agosto, o aumento fechou em 10,6%. E, nos últimos 12 meses, a alta é de 2,5%.

De acordo com a Pesquisa Mensal dos Serviços (PMS), na variação em comparação com o igual mês de 2020, o avanço dos serviços foi impulsionado pelas cinco atividades no Ceará, com destaque para os transportes (39,3%) e os serviços prestados às famílias (33,2%).

Os serviços de informação e comunicação registraram a segunda variação positiva seguida, de 22,2%. Os outros serviços tiveram alta de 19,5%. Já os serviços profissionais, administrativos e complementares tiveram alta de 9,9%, revertendo a queda registrada em julho (-1,2%).

Brasil

No Brasil, o volume de serviços subiu 0,5% frente no período. Assim, o setor de serviços se encontra 4,6% acima de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e alcança o patamar mais elevado desde novembro de 2015.

No acumulado do ano até agosto, o setor avançou 11,5% no País, frente a igual período de 2020. Já o acumulado nos últimos 12 meses (5,1%), manteve a trajetória ascendente iniciada em fevereiro de 2021 (-8,6%) e alcançou a taxa mais alta da série histórica, iniciada em dezembro de 2012.

O avanço de 0,5% do volume de serviços no Brasil, observado na passagem de julho para agosto de 2021, foi acompanhado por quatro das cinco atividades investigadas, com destaque para informação e comunicação (1,2%), transportes (1,1%) e serviços prestados às famílias (4,1%).

 

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