Economia

Laboratório de inovação e governança serão as prioridades da próxima gestão do TRT CE

O laboratório de inovação é inspirado em experiências já implementadas nas esferas comum e eleitoral

Coluna Adriano Nogueira
adriano@ootimista.com.br

Fernanda Uchoa (vice), Regina Nepomuceno (presidente) e Paulo Régis Botelho (corregedor). Foto: Divulgação

Próxima presidente do Tribunal Regional do Trabalho do Ceará, a desembargadora Regina Gláucia Cavalcante Nepomuceno, que foi eleita por unanimidade em outubro, vai implementar um laboratório de inovação no TRT. De acordo com a magistrada, será um “ambiente propício onde as pessoas se dediquem a isso”, aproveitando a estrutura já existente no Tribunal. Ao menos inicialmente, o laboratório, que vai replicar a experiência já adotada em outras esferas da Justiça, não terá um aporte financeiro. “Às vezes a solução não está na tecnologia, está no mundo das ideias. Vamos fazer com a verba que temos, não terá dotação orçamentária extra”, reforça.

Outras prioridades da nova gestão serão reforçar a governança do TRT, ampliar as conciliações e adotar o processo inteiramente digital (o tribunal foi o primeiro a adotar o Processo Judicial Eletrônico – PJE). “ Vamos fomentar as conciliações e inovar nos litígios, antes deles chegaram à Justiça; além de ter uma gestão participativa, principalmente ter governança, para que que todas as decisões passem por um colegiado”, acrescenta a presidente eleita. Junto com Gláucia Nepomuceno, assumem na sexta-feira, 4, a desembargadora Fernanda Maria Uchoa de Albuquerque, como vice, e o desembargador Paulo Régis Machado Botelho, como corregedor-regional.

Concurso e produtividade
Uma das lutas da próxima gestão do TRT, que vai até 2022, será também concurso público. “São quase 100 cargos a serem preenchidos, vamos ter que lutar por concurso e para chamar os que já tem aprovados e não podemos por limitação orçamentária”, relata. A desembargadora ressalta ainda a produtividade alcançada mesmo durante a pandemia. “Até conseguimos proferir mais de 53 mil sentenças, pagar R$ 163 milhões em alvarás judiciais e liberar mais de R$ 11 milhões em precatórios”.

Dimas Barreira, presidente do Sindiônibus. Foto: Tapis Rouge.

Um ano de TopBus+
Em um ano de funcionamento, o serviço de transporte sob demanda TopBus+ registrou uma média de 20 mil usuários por mês. “Neste primeiro ano, mantemos o ânimo, passamos a administrar as naturais dificuldades do momento, mas com nossa primorosa equipe conservando sempre o foco na inovação, que está no DNA do TopBus+. Durante a Pandemia, identificamos bairros ainda não atendidos que tiveram muitos downloads, e combinamos essa informação com a localização de hospitais para expandir um pouco a área de atendimento com foco no nosso cliente e na comunidade. Em comemoração ao primeiro ano, nossa intenção é anunciar mais novidades para o serviço”, afirma Dimas Barreira, presidente do Sindiônibus.

Frota
Ao todo, são 18 veículos Sprinter, da Mercedes-Benz, operando em 28 bairros. O sistema funciona sem rota fixa, atendendo as demandas solicitadas pelos usuários. É possível reservar vários assentos por viagem com o mesmo destino. De acordo com o Sindiônibus, cerca de 95 mil pessoas utilizaram o serviço, que é administrado em conjunto por 11 empresas.

Vantagens
O presidente do Sindiônibus ressalta que os diferenciais do serviço são, além da personalização da rota, a utilização de faixas exclusivas para transporte público, não parar em paradas de ônibus convencional, veículos com ar condicionado e assentos alcochoados, e também o valor adicional fixo (R$ 2,00) por passageiro da mesma viagem.

Sindgráfica planeja importação conjunta de insumos

Fernando Hélio Martins Brito, presidente do Sindgráfica. Foto: Tapis Rouge

O setor gráfico do Ceará está planejando junto com o Centro Internacional de Negócios (CIN), da Fiec, importação conjunta de insumos para barganhar melhores preços. “Precisamos buscar opções que valorizem a indústria gráfica cearense e facilitem os negócios de nossos associados, deixando-os mais competitivos. A importação de alguns insumos de forma direta é um exemplo do que pensamos para o próximo ano”, afirma o presidente do Sindgráfica, Fernando Hélio Martins Brito.

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