Economia

BNB busca reestrear na Bolsa de Valores com oferta de até R$ 2,5 bilhões

Banco do Nordeste contratou instituições para estudos sobre sua reestreia na B3, viabilizando assim a venda de uma fatia da participação do governo federal

Romildo Rolim, presidente do BNB (Foto: Tapis Rouge)

Coluna Adriano Nogueira
adriano@ootimista.com.br

O Banco do Nordeste (BNB) contratou os bancos Itaú BBA, BTG Pactual, Bank of America Bradesco BBI, e UBS BB para comandar a sua reestreia na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), viabilizando assim a venda de uma fatia da participação do governo federal na instituição de fomento.

A oferta do “re-IPO” do BNB deve movimentar de R$ 2 bilhões a R$ 2,5 bilhões. O banco já tem ações na B3, mas praticamente sem liquidez. O objetivo é utilizar os números do balanço do terceiro trimestre e levar a oferta adiante, no período que vai de dezembro a fevereiro de 2022.

Em fato relevante comunicado ao mercado, o BNB ressaltou que os estudos “sobre a emissão serão aprofundados, em conjunto com os bancos coordenadores selecionados, não havendo, na presente data, nenhuma definição sobre o tamanho da oferta, prazo de realização e outros aspectos atinentes ao processo”.

De acordo com o banco, “cabe enfatizar que serão avaliadas, mais detalhadamente, todas as particularidades de uma eventual emissão subsequente de ações (Re-Ipo) tais como: o valor total da oferta, valuation da companhia e demais aspectos pertinentes a uma transação desta modalidade, e, caso a companhia decida pela continuidade da operação, deverá ser comunicada ao mercado de forma tempestiva e oportuna”.

CSP é a que mais contrata pessoas com deficiência
A Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) recebeu o certificado de “Empresa Completa, Empresa que Inclui”, do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT). A maior indústria do Ceará foi homenageada por ser a empresa que mais incluiu profissionais com deficiência em suas atividades. A entrega, nesta terça-feira (21), celebrou o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. A iniciativa aconteceu no Palácio do Planalto e contou com a presença do Governador Camilo Santana e do presidente da siderúrgica, Marcelo Botelho.

Ceará Global
O “Ceará Global: Clusters”, que será realizado em 14 e 15 de outubro, contará com as participações da presidente da rede Blue Tree Hotels, Chieko Aoki, do fundador da CVC, Guilherme Paulus, e do presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz. Trata-se do principal evento de internacionalização do Ceará, organizado pela Câmara de Comércio Exterior da Adece.

STI Norland
A STI Norland já está entregando os trackers (rastreadores solares) para dois novos projetos: Lavras, no Ceará, e Francisco Sá, em Minas Gerais, de propriedade da Nebras Power, do Catar. Juntas, as duas novas plantas irão somar 266,7 MWp. O  projeto Lavras Ceará, contará com 3.362 trackers, garantindo 152,4 MWp de potência. Em Francisco Sá, serão 2.459 trackers, que irão gerar 114,3 MWp.

Cerbras no ranking GPTW pelo 10º ano

Isabel Mota, Ticiana Mota, Ana Lúcia Mota, Mariana Mota e Felipe Mota (Foto: Tapis Rouge)

A edição 2021 do Great Place To Work (GPTW) firmou a Cerbras como uma das melhores empresas para trabalhar no Ceará pelo décimo ano consecutivo. Na categoria Grandes Empresas, ficou em 4º lugar. “Já fomos premiados nas categorias nacionais e regionais, mas todas as vezes sentimos a mesma alegria. A gente sabe como é importante o trabalho em equipe, a valorização profissional e um bom relacionamento, para conseguirmos sempre excelência”, ressalta a diretora Ticiana Mota. Em breve, a Cerbras vai inaugurar uma ampliação e poderá expandir a produção em 20%, passando de 3,2 milhões de m² para 3,9 milhões, reforçando a  produção de porcelanatos de grandes formatos. Entre obras e equipamentos, o novo investimento é de R$ 170 milhões.

Hugo Figueirêdo, presidente da Cegás (Foto: Divulgação)

Potiguar E&P será a nova fornecedora da Cegás
A Potiguar E&P, subsidiária da PetroRecôncavo, venceu o processo de chamada pública para suprimento de gás natural em 2022 e 2023 da Companhia de Gás do Ceará (Cegás). A assinatura dos respectivos contratos de suprimentos ocorrerão apenas após a finalização da negociação dos termos e atendimento das condições precedentes. Os contratos adicionais firmados pela Potiguar E&P preveem acesso à infraestrutura de escoamento da Petrobras.

 

 

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